Crédito:Tiago LimaCrédito:Tiago LimaAo entrar numa loja, quem já ouviu essa frase levante o braço: “leve essa blusa tá todo mundo usando”,  Ou “essa aqui Grazi Massafera, ou qualquer outra pessoa conhecida do grande público, está usando na novela”. Bebê, vamos combinar, nas duas opções os vendedores perdem a cliente aqui.

O ato de se vestir diz muito sobre a gente. O que eu quero dizer vestindo a mesma roupa que a Grazi está vestindo?, estou citando ela porque vamos respeitar né? o nome dela deveria ser Grazi Linda Massafera. Pois digo a vocês, não me imagino vestindo a mesma roupa que ela , ou qualquer outra pessoa conhecida veste, até porque não caberia em mim (risos).

Brincadeira à parte, é sério que não cabe, mas o real motivo é que eu não sou ela. O fato é que vestir o que o outro veste não vai dizer o que eu, com a minha história de vida, com o que eu acredito e o que eu sou, do jeito que sou, com o formato do corpo que eu tenho, quero dizer.

Vestir algo é se comunicar, é um ato político, é sedução, resistência, alegria, luto, é tudo o que você quiser, mas à sua maneira. Outro dia vesti uma roupa que não me sentia bem e cometei com uma amiga, na mesma hora ela retrucou: por que essa peça ainda está no seu guarda-roupa? E é isso que tenho a compartilhar com vocês hoje, estilo é um caminho de autoconhecimento, é reconhecer o que faz você se sentir bem, independente se isso for usar chinela ou tirar aquela velha saia cigana que ninguém mais usa do baú (totalmente identificada eu). Então, a partir de hoje vamos nos vestir de nós mesmos, combinado? E vamos arrasar nesse final de semana. Um beijo e até a postagem do Dia da Mulher, que vai ser bapho, espera aí :).

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Estilo é ser você

Crédito: Tiago LimaCrédito: Tiago LimaAcompanhar a moda é difícil, toda hora recebemos informações sobre novidades e o que se deve usar ou deixar de usar, dá uma canseira danada. Mas, pode ser que mesmo você consiga acompanhar o mundo frenético fashion, ainda não alcance o resultado desejado, ter seu próprio estilo. Vamos falar sobre isso agora?!

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Quem dança seus males espanta

Apresentação no Teatro de Cultura PopularApresentação no Teatro de Cultura Popular

Ainda lembro o dia que entrei na sala do estúdio que eu frequento. Era a primeira aula de tribal, uma fusão de dança do ventre com outros estilos, e quando a professora ia pra um lado, eu ia para o outro. Envergonhada, fiquei lá traz desejando ser invisível, embora não escapasse dos olhos atentos da professora. O meu corpo não acompanhava o raciocínio do movimento e eu pensava, estou com 39 anos isso não vai dar certo.

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