Alimentação saudável sempre foi um objetivo meu a ser atingido, só que com o passar dos anos a finalidade vai mudando. Aos 20 eu queria ter o corpo da madona (rsrs), aos 30 a gente já vai ficando conformada porque entende que a madona tem  o corpo dela e a gente tem o nosso né?! Então a meta , nessa fase, é chegar o auge do nosso corpo, dentro do que ele pode ser. Mas quando se chega aos 40 o que a gente quer é saúde.

Lembramos que a alimentação deve estar aliada aos exercícios físico, mas nesse post vou me deter a alimentação. Para isso, quero compartilhar com vocês a existência do Guia Alimentar para a População Brasileira, do Ministério da Saúde, que traz orientações muito interessantes neste sentido.

O Guia fala desde a compra até importância da variedade dos alimentos que devem compor as nossas refeições, bem como traz dicas de cardápios. De todo o conteúdo eu gostaria de chamar atenção para um ponto importantíssimo: sabemos de onde vem o alimento que consumimos?

Penso que nossos avós tiveram essa sorte. Nós já não temos tanta boa sorte. A correria diária traz o hábito do consumo de alimentos superprocessados (ex. fast food), de fácil acesso ou rápido de fazer (macarrão instantâneo). Mas sabemos que quando consumimos esses produtos em excesso a saúde reclama e que é necessário, cada vez mais, ainda mais após os 40, a ingestão de mais alimentos in natura e/ou minimamente processados (folhas, frutos, ovos, raízes, tubérculos. . .).

Onde compramos esses alimentos? É confiável? além de saúde, comer também é um ato social e político. Quero fazer aqui um chamamento a saúde, ao social e a proteção ao meio ambiente. Escolher ter uma alimentação rica em alimentos de origem vegetal e a eliminação de alimentos de origem animal resulta no estímulo a um sistema socialmente mais justo e menos nocivo ao meio ambiente físico, para os animais e para a biodiversidade em geral. Vamos dar preferência para comprar naquela horta orgânica próxima ao nosso bairro, conheçamos os produtores de perto e saibamos como são produzidos os alimentos que consumimos? Acordo fechado, também vou fazer esse exercício.

Central da Agricultura Familiar e Economia Solidária

Recentemente foi inaugurada em Natal, mais precisamente na esquina da Jaguarari com a Mor Gouveia, a Central da Agricultura Familiar e Economia Solidária. Nesse espaço, podemos encontrar frutas e verduras produzidas diretamente da agricultura familiar, uma ótima oportunidade para mudarmos nossos hábitos de consumo e ainda ter um alimento mais nutritivo na nossa mesa.

No período de 2001 a 2005 trabalhei no Programa de Agricultura Familiar do RN, que assentou mais de 3.500 produtores, dando a oportunidade a eles e suas famílias saírem da pobreza. Na época, comercializar esses produtos era um grande desafio e ver que agora eles têm um lugar para fazer isso é de arrepiar e encher os olhos de lágrimas, aí até volta a sensação que sim, podemos mudar tudo, está em nossas mãos. Beijos 

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