“A mulher comum é tão doutrinada e controlada, em todo lugar que ela olha tem foto de jovens fofinhas, com 12 anos e meio vestindo roupas maravilhosas e muita maquiagem. Como alguém pode parecer com isso?”, declarou a fashionista Iris Apfel, de 96 anos, no documentário Estilo Avançado (Advanced Style, em inglês), nossa dica de filme para vocês.

O filme traz o olhar do fotografo Ari Seth sobre algumas nova-iorquinas da terceira idade cujo o estado de espírito é refletido no estilo de se vestir, e Iris é uma delas. Em parceria com a diretora Lina Plioplyte, ele fala a respeito de mulheres que estão de bem com as rugas, com os cabelos grisalhos e o corpo. Elas nos mostram que estilo é uma mistura de atitude, identidade e autoestima.  Então, não esperem que elas falem sobre receitas rejuvenescedoras.

Quando eu vi esse filme fiquei enlouquecida com os tons vibrantes das roupas delas, as maquiagens exageradas, os chapéus exóticos, enfim tudo que elas representam e com tanto estilo. Tudo isso acrescido de bom humor e muita felicidade. É maravilhoso, confere e me diz o que achou. #ficaadicadefilme

Algumas frases das personagens retiradas do documentário:

“Eu nunca quis parecer nova, eu quero parecer bem”, Lynn Dell Conhen (79 anos)

“Minha filosofia não é uma questão de moda. É que o meu pensamento do que é estilo é uma forma de cura’, Debra Rapoport (67 anos)

“Quando você fica velha, você se aceita. Ninguém pode se criticar tanto”, Zelda Kolplan (55 anos)

Pesquisa

Destaques

Estilo é ser você

Crédito: Tiago LimaCrédito: Tiago LimaAcompanhar a moda é difícil, toda hora recebemos informações sobre novidades e o que se deve usar ou deixar de usar, dá uma canseira danada. Mas, pode ser que mesmo você consiga acompanhar o mundo frenético fashion, ainda não alcance o resultado desejado, ter seu próprio estilo. Vamos falar sobre isso agora?!

Leia mais...

Quem dança seus males espanta

Apresentação no Teatro de Cultura PopularApresentação no Teatro de Cultura Popular

Ainda lembro o dia que entrei na sala do estúdio que eu frequento. Era a primeira aula de tribal, uma fusão de dança do ventre com outros estilos, e quando a professora ia pra um lado, eu ia para o outro. Envergonhada, fiquei lá traz desejando ser invisível, embora não escapasse dos olhos atentos da professora. O meu corpo não acompanhava o raciocínio do movimento e eu pensava, estou com 39 anos isso não vai dar certo.

Leia mais...

.

19768