Fui diagnosticada com lúpus há seis anos. Estava em plena crise e a primeira médica que me atendeu disse que não tratava mais pacientes com lúpus, dava muito trabalho. Até que encontrei outra reumatologista, que cuida de mim até hoje. Tratamento com corticoides e imunosupressores foram necessários para que a doença entrasse em remissão. Engordei 20 kg, chegando a quase 100 quilos. Não tinha disposição pra nada, a doença estava controlada, mas em compensação meu corpo estava fora de controle. 

Com a falta de disposição, praticar atividade física era impossível. Nessa fase,  conheci um tratamento alternativo, um procedimento chamado auto-hemoterapia. Ainda tomando os rémedios, comecei esse tratamento. Foi quando a disposição reapareceu e iniciei a prática dos exercícios, pois quem tem lúpus sabe que ter uma vida saudável não é opção é obrigação.

Hoje o único tratamento que faço é a auto-hemoterapia, claro que continuo em acompanhamento com a minha médica, de seis em seis meses faço meus exames. Eu sou a prova viva de que profilaxia alternativa para essa doença tão barra pesada é possível sim. Infelizmente nas matérias que li e vi nenhuma falava sobre isso, talvez porque a comunidade médica não aprove essa saída, não sei porquê, mas é preciso dizer que o mesmo mal que a doença causa ao nosso organismo, a medicação com o tempo de uso também causará. Um exemplo disso é o corticoide, se utilizado por muito tempo o órgão mais prejudicado é os rins. Quem conhecer alguém com lúpus, repasse essa informação, será muito importante pra vida dessa pessoa.  

Para mais informações sobre a auto-hemoterapia clique aqui .

Pesquisa

Destaques

Estilo é ser você

Crédito: Tiago LimaCrédito: Tiago LimaAcompanhar a moda é difícil, toda hora recebemos informações sobre novidades e o que se deve usar ou deixar de usar, dá uma canseira danada. Mas, pode ser que mesmo você consiga acompanhar o mundo frenético fashion, ainda não alcance o resultado desejado, ter seu próprio estilo. Vamos falar sobre isso agora?!

Leia mais...

Quem dança seus males espanta

Apresentação no Teatro de Cultura PopularApresentação no Teatro de Cultura Popular

Ainda lembro o dia que entrei na sala do estúdio que eu frequento. Era a primeira aula de tribal, uma fusão de dança do ventre com outros estilos, e quando a professora ia pra um lado, eu ia para o outro. Envergonhada, fiquei lá traz desejando ser invisível, embora não escapasse dos olhos atentos da professora. O meu corpo não acompanhava o raciocínio do movimento e eu pensava, estou com 39 anos isso não vai dar certo.

Leia mais...

.

12359