Armani inverno 2016Armani inverno 2016Lembra quando a gente se juntava com as amigas e trocava roupas, sapatos e acessórios em geral? Que farra não era? E que tal a gente poder fazer isso com o marido, namorado ou com os amigos?! Oi? É isso mesmo pessoas, essa é a grande tendência mundial na indústria da moda, roupas sem gênero, ou seja, a mesma peça fabricada para homens e mulheres. Para constatar isso, basta assistir os desfiles das grandes grifes, como Armani, Gucci e Prada nas passarelas de Milão, Nova York, Paris e Londres.

Essa tendência é chamada de moda sem gênero, também denominada de unissex, plurissex , gender-bender, agender ou androgenia. Ela não é exatamente uma novidade, basta recordar a gloriosa estilista Coco Chanel, já na década de 1920, que inseriu peças masculinas nas suas coleções, numa época em que as mulheres eram obrigadas a usarem espartilhos, simplesmente MARAVILHOSA, amo Coco.

Pesquisas de mercado indicam que não só as mulheres andam visitando o vestuário masculino, os homens também frequentam as seções de roupas femininas e a peça mais procurada é a calça skinny, que é justa e não necessita de ajuste na costura. Para o público infantil, a tendência fica ainda mais forte com o abandono da ideia de azul para menino e rosa para menina, agora o bacana é apostar nas estampas e cores que comuniquem a alegria da chegada da criança.

Acredito que os rótulos não nos servem mais. A pluralidade está aí para a gente aprender com ela e as novas gerações têm muito a nos ensinar sobre este assunto. Imaginem um guarda-roupa para o casal, ou o mesmo guarda-roupa compartilhado pelos filhos, gastando menos espaço e economizando dinheiro, isso tudo sem tirar o olho de um estilo só seu. Lógico que os apoiadores dessa ideia ainda têm muitos desafios como a modelagem para corpos tão diferentes como os masculinos e femininos, mas que se essa tendência pega será uma nova forma de pensar a interferência da moda na economia e no meio ambiente.

Destaques

Estilo é ser você

Crédito: Tiago LimaCrédito: Tiago LimaAcompanhar a moda é difícil, toda hora recebemos informações sobre novidades e o que se deve usar ou deixar de usar, dá uma canseira danada. Mas, pode ser que mesmo você consiga acompanhar o mundo frenético fashion, ainda não alcance o resultado desejado, ter seu próprio estilo. Vamos falar sobre isso agora?!

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Ainda lembro o dia que entrei na sala do estúdio que eu frequento. Era a primeira aula de tribal, uma fusão de dança do ventre com outros estilos, e quando a professora ia pra um lado, eu ia para o outro. Envergonhada, fiquei lá traz desejando ser invisível, embora não escapasse dos olhos atentos da professora. O meu corpo não acompanhava o raciocínio do movimento e eu pensava, estou com 39 anos isso não vai dar certo.

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